(Source: vintageorgasm)
SILVIO SANTOS VAI VIRAR FILME

Essa história já é velha e circula deeeesde 2002 que eu me lembro bem. Baseada no livro de Arlindo Silva “A Fantástica História de Sílvio Santos”, o filme começa a ser rodado em 2012 e está orçado em 12 milhões de reais.
O diretor será Guga Oliveira, um dos mais importantes produtores e diretores de televisão. A infância e adolescência do apresentador terá a história do país como pano de fundo, incluindo o Golpe de 64, os anos de chumbo e a revolução da música com a bossa nova.
A vida adulta também será abordada e haverá quatro atores para interpretá-lo. Edson Celulari, Angélica, Carlos Alberto de Nóbrega, Nizo Neto e Hebe circulam no projeto, mas nenhum nome foi confirmado ainda. Silvio Santos apoiou o projeto mas não terá qualquer participação nele.
FONTE: http://omelete.uol.com.br/cinema/silvio-santos-tera-cinebiografia/
20.000 LEGUAS SUBMARINAS A CAMINHO
Acho que todos conhecem a obra homônima de Julio Verne “20.000 léguas submarinas”. Quem não conhece terá a oportunidade de conhecer pelo cinema. O livro já ganhou uma versão em 1954 com kirk Douglas, James mason e Paul lukas. Um puta elenco. Não consigo ver a nova versão sem o James mason mas vamos la…
A nova película será dirigida por David fincher (clube da luta, o curioso caso de benjamin Button), um dos meus diretores preferidos, e roteirizado por Scott j. Burns que segundo eles o filme mostrara uma relação diferente entre os personagens protagonistas: land, Nemo e aronnax. Huuum, que relação será essa hein? Eu já penso logo besteira rs e.e
Enfim, o elenco ainda não foi definido e a pré-produção será estendida por mais um tempo, pois o filme será caro e dará trabalho, e perfeccionista como o David fincher é, acredito que vai demorar um bocadinho pra assistirmos e não duvido nada que seja em 3D, pois segundo fontes, 70% do filme será composto por GCI( computação gráfica). Por enquanto é só u.u
Crepusculo dos Deuses
ATENÇÃO: O TEXTO A SEGUIR É CANSATIVO. AVISO LOGO.

“Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard)” de 1950, longa cujo nome dado em português é melhor que o original e um dos filmes mais brilhantes que eu já assisti, tão grandioso que nos sentimos pequenos diante dele e vemos como o cinema tem obras tão belas e sublimes que não encontramos palavras no dicionário para defini-las. Graças a filmes como esse que o cinema é considerado arte e não só entretenimento. O filme mostra a historia desconhecida da glamorosa vida das estrelas escondida por de trás do grande letreiro de Hollywood.
De gênero noir, um dos meus preferidos, e dirigido pelo brilhante Billy Wilder, uma dos mais versáteis cineastas de sua época, dirigio “Farrapo Humano”, “Sabrina” com Audrey Hepburn, e “Quanto mais Quente Melhor” com Marilyn Monroe e explorando a sensualidade da diva que muitas décadas depois geraria o remake “As Branquelas”. Um diretor que realmente não tinha medo de ousar e que expos todos os podres da era de ouro do cinema. Mas saibam que não é um filme para qualquer um não, é um filme pra quem não só ama cinema, mas também entende do mesmo principalmente da sua história como eu u.u
Sinopse: Norma Desmond, ex-estrela de filmes mudos esquecida pelo público, mas ainda sim muito “ryca”, vive numa luxuosa mansão na avenida Sunset Blvd com seu fiel mordomo, Max von Mayerling que ajuda a sua patroa a ser engolida por esse mundo arrogante e insano que ela desenvolveu ao longo dos anos, sendo empurrada cada vez mais ao fundo do poço. Sua solidão acaba quando o roteirista fracassado Joe Gillis se refugia de cobradores em sua morada. Norma o ajuda escondendo-o, mas quando descobre que ele é um roteirista, o obriga a consertar e terminar um velho roteiro que ela escreveu para que um dia Cecil B. DeMille a dirija no papel principal. Esse papel será, segundo ela, o seu retorno ao estrelato, mal percebendo, que está sendo consumida por um sonho. O que não esperamos é quando Norma se apaixona por Gillis, e ele, pretensioso, tira proveito da situação sendo assim sustentado por ela mesmo envergonhado por tais atos, mesmo que isso vá contra seus princípios, ele continua, afinal ele também quer atingir seus objetivos e seus sonhos. Em Hollywood é assim, onde o egoísmo, a vaidade, o individualismo são dominados pela ganância, um parasita que se hospeda nas frágeis mentes humanas os levando a loucura.

Norma Desmond: é uma composição brilhante e que exala todo o estrelismo das divas da época que possuíam direitos sobre um filme, se possível até de vetar as decisões de um diretor. Atitudes pomposas e todo esse egocentrismo representados de forma fiel no meio artístico. Quando se fala em estrela decadente é Norma Desmond que nos vem a mente. Um personagem complexo e exuberante que Gloria Swanson ajudou a construir e imortalizar.
Joe Gillis: Ambicioso, acreditando no que a indústria promete e pode oferecer na terra dos sonhos, ele acha realmente ser um excelente roteirista sem nem ao menos chegar perto disso. Ele não é um cara ruim, só um cara que não teve sorte na vida e enxerga na fragilidade dos outros uma chance de ingressar na fama, nem que seja de uma forma torpe, não se preocupando que a ilusão é uma miragem a um palmo a nossa frente, impalpável e fria fazendo-nos cair na sorte que construímos.
Max von Mayerling: O mordomo que faz o possível para manter o mundo fictício de Norma intacto escondendo-lhe a verdade. Ele repudia a rejeição que a indústria fez a ela, e por isso tenta a todo custo garantir que sua senhora não se sinta esquecida, sempre a mimando. Pode parecer uma atitude bastante cruel, mas foi a melhor alternativa que ele encontrou. Mesmo tendo a consciência de que mentira tem perna curta e quando descoberta pode ter resultados catastróficos.
Betty Schaefer: faz um par romântico com Joe Gillis, uma personagem não menos importante, pois representa o trabalhador da indústria que quer crescer no ramo e ganhar o seu sustento, sem se iludir e sempre com os pés no chão. A sua função no filme é ser o oposto de Norma na vida de Gillis, não apenas isso, mas servir de metáfora ao proletário da época.

William Holden faz o roteirista Joe Gillis, e Gloria Swanson faz a estrela de outrora Norma Desmond. O diretor Cecil B. DeMille e a colunista de fofoca Hedda Hopper fazem pontas interpretando a si mesmos. Erich von Stroheim, Buster Keaton, H. B. Warner e Anna Q. Nilsson, estrelas do cinema mudo, fazem participações especiais no filme também como eles mesmos.
Crepúsculo dos Deuses é um filme metalingüístico posso assim defini-lo, o cinema falando do cinema, de forma não só exata, mas quase biográfica usando atores que tiveram o mesmo destino triste que os personagens como é o caso de Gloria Swanson que teve sua careira interrompida pelo cinema falado, reparem na atuação bem teatral, pois esse tipo de atuação era necessária para expressar aquilo que não podia ser falado. Erich Von Stroheim, que interpreta o mordomo, foi diretor de sucesso da era muda. Muitos atores realmente não tiveram êxito no cinema falado, afinal, o publico não estava acostumado a vê-los falando e era impactante do nada eles começarem a falar e mais ainda quando suas vozes não eram lá o que imaginavam. A maioria detestava o novo cinema e diziam que falar era vulgar. Poucos artistas conseguiram se firmar como é o caso de Chaplin que continuou fazendo sucesso como Carlitos. O longa é a forma que o diretor encontrou de criticar o ramo cinematográfico insultando amigos, estrelas, funcionários e até executivos.
Diferente de “Cantando na Chuva”, que transparece a era do cinema mudo de forma cômica e alegre, crepúsculo dos deuses retrata Hollywood de forma fria e sombria todas as maldades que a indústria cinematográfica carrega consigo, em uma fotografia toda em preto e branco, de uma forma que Tim Burtom jamais se igualaria (eu duvido que ele consiga se tentar).
O filme contem muitas cenas e frases antológicas como a que Norma fala “ I’m big. It’s the pictures that got small!”, (eu sou grande, os filmes é que ficaram pequenos). Também temos a cena belíssima da volta de Norma ao estúdio e funcionários antigos a reconhecendo, um grande holofote se virando em sua direção… Uma cena realmente linda, ver Norma mantendo a postura de uma deusa sem se emocionar com o acontecimento até o momento que DeMille interrompe friamente pedindo para todos voltarem ao trabalho.
O desfecho do filme é um dos melhores do cinema, um final triste, porém estupendo e magnífico com a fala que entraria pra historia “All right, Mr. DeMille, I’m ready for my close-up.” (tudo pronto, Sr. DeMille, estou pronta para o meu close). A fotografia, roteiro e a direção impecáveis obviamente ajudam, e muito, nessas cenas levando o longa a ganhar três Oscars de onze indicações. A American Film Institute o colocou em décimo segundo lugar na sua famosa lista de melhores filmes da história em 1998, e em 2007 a lista foi atualizada e o posicionou na décima sexta posição. A Secretaria Nacional de Cinema incluiu o filme em um primeiro grupo de preservação e foi julgado pela Biblioteca do Congresso americano em 1989 um longa significante no sentido histórico, cultural e estético.
Crepúsculo dos deuses é e sempre será um filme acima de qualquer outro, definitivamente.
Por Raphael Boutier
“A mulher bela tem, como o homem de inteligência, em certos momentos, intuições enérgicas de poesia; nessas ocasiões ambos irradiam: a mulher fica esplêndida, o homem fica sublime.” (José de Alencar)
Remake de Breakfast at Tiffany’s
Há filmes e filmes. há filmes que realmente merecem remake. Mas há fimes que são como a mona lisa; imortais; obras divinas. Mas depois que a série americana baseada nos livros de Cecily Von Ziegesar, “Gossip Girl”, mostrou ao mundo teen o filme “bonequinha de luxo” de 1961, a moda pegou e todo mundo queria ser uma Audey Hepburn (atriz protagonista do filme). Alguns anos se passaram e a moda continua, e obviamente que Hollywood ver aí uma excelente oportunidade pra tirar um cascalho. Ainda não se tem muitos detalhes, e nem sabemos se vai acontecer mesmo, mas o que tudo indica é que realmente vai haver uma refilmagem de bonequinha. Só não sabemos se o filme será baseado no livro de Truman Capote, cujo autor do filme queria Marilyn Monroe como protagonista do filme, ou baseado no filme que é bem mais “fofo” que o livro (o livro é mais adulto posso dizer assim). Verdade ou não, já escolheram a atriz que talvez venha interpretar holly golightly (personagem protagonista). Não sei de muita coisa, e talvez nem saiba mais que vocês mas até onde se diz será carey mulligan, a atriz que concorreu ao Oscar pelo excelente desempenho em “Educação (An Education)”. Há boatos de que Carey possa protagonizar outro filme de Audrey Hepburn, “My Fair Lady”, que pelo que eu saiba ia ser keira Knightley a atriz protagonista do remake. Ô confusão.
À direita Carey Mulligan e a direita Audrey Hepburn no filme “My Fair Lady”

Por Raphael Boutier
Não são nossos talentos que mostram aquilo que realmente somos, mas sim as nossas escolhas.
(Source: luanderick)



